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Fórmula 1 manda os carros à pista no Bahrein e promete temporada eletrizante PDF Imprimir E-mail
Escrito por Clayton Assis   
Qui, 11 de Março de 2010 13:55

A pré-temporada mergulhou em incertezas sobre as equipes que formariam o grid. Agora, com os 12 times e os 24 pilotos definidos, é hora de trocar as negociações pelo ronco dos motores. A partir da madrugada de quinta para sexta, os carros vão para a pista no Bahrein, a primeira das 19 etapas de um campeonato que tem tudo para ser um dos melhores dos últimos anos.

 

Até 19 de novembro, quando a temporada chega ao fim no GP dos Emirados Árabes, não faltarão atrativos: o retorno de Schumacher, as novas equipes, os quatro brasileiros, o duelo ferrarista entre Massa e Alonso. Tudo isso começa a ganhar corpo às 4h (de Brasília) desta sexta-feira, quando começa o primeiro treino e os quatro times favoritos ao título - Ferrari, McLaren, RBR e Mercedes - terão a chance de confirmar o bom desempenho dos testes.

O regulamento da categoria também mudou, e de forma radical. Presente na Fórmula 1 desde 1994, o reabastecimento foi banido da categoria pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), e os pit stops voltarão a servir apenas para troca de pneus. A dinâmica das corridas será completamente alterada: todos terão de largar com tanque cheio, dando fim às estratégias de combustível. As paradas, que duravam sete segundos em média, passarão a ter entre dois e quatro, de acordo com as estimativas.

A largura dos pneus dianteiros foi reduzida de 270 milímetros para 245, para equilibrar a aderência dos carros entre seus dois eixos. As calotas aerodinâmicas, presentes há alguns anos na F-1, foram eliminadas para diminuir a turbulência para os carros que vêm imediatamente atrás na pista e facilitar a vida dos mecânicos nos pit stops. Outra mudança foi o sistema de pontuação, que valoriza a vitória e dá prêmios aos dez primeiros colocados. Um triunfo passa a render 25 pontos, em vez dos 10 que vigoravam até o ano passado.

Uma das grandes atrações da temporada é o retorno de Michael Schumacher, após três anos de aposentadoria. O heptacampeão anunciou sua volta no fim de dezembro de 2009 e correrá pela Mercedes (ex-Brawn GP), equipe da montadora alemã que lhe deu a primeira chance no automobilismo. Ele terá como companheiro o jovem compatriota Nico Rosberg, ex-Williams.

As outras equipes estão mais fortes. A Ferrari continua com Felipe Massa, mas trocou Kimi Raikkonen pelo bicampeão Fernando Alonso. A McLaren montou uma dupla inglesa, que conta com os dois últimos campeões da Fórmula 1: além de Lewis Hamilton, cria do time, terá Jenson Button, ex-Brawn GP, ao seu lado. Das principais, apenas a RBR manteve seus pilotos: o alemão Sebastian Vettel e o australiano Mark Webber.

Rubens Barrichello, terceiro colocado no ano passado, mudou-se para a Williams, onde será companheiro do novato alemão Nico Hulkenberg, atual campeão da GP2. A equipe inglesa aposta em um bom chassi e no novo motor Cosworth para tentar voltar a brigar por vitórias na categoria. Ela e a Force India são apontadas como as principais candidatas a surpresas desta temporada na F-1.

A volta do sobrenome Senna

Dois brasileiros vão estrear na Fórmula 1 em 2010. Lucas di Grassi, ex-piloto de testes da Renault, foi contratado para uma das vagas na Manor, uma das novas equipes da categoria. Ele terá o alemão Timo Glock, seu ex-rival de GP2, como companheiro, em um carro inteiramente desenvolvido no computador, com o CFD (Dinâmica Computacional de Fluidos), pela primeira vez na categoria.

 

Os problemas financeiros das novas equipes quase atrapalharam o retorno do sobrenome Senna à Fórmula 1. Bruno, sobrinho do tricampeão, foi contratado pela Campos no fim do ano passado. O time teve dificuldades para captar recursos e acabou vendido para José Ramón Carabante, um de seus sócios. O nome mudou para Hispania e o brasileiro finalmente foi confirmado na temporada a pouco menos de duas semanas do início do campeonato.

Fonte: Globo.com
Por:Kiko

 

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